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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Amantes de Si Mesmos!!! Como ficam nossos filhos?

Amantes de Si Mesmos.
Filhos inegociáveis.


Paulo apresenta uma lista de pecados que tem suas raízes no amor próprio; um "tipo" de amor próprio destrutivo e cruel, capaz de danificar uma vida inteira. Em que pese a necessidade de nos amarmos e respeitarmos nossos limites, e de perdoar a nós mesmos, a revelação bíblica ensina que:

No final dos tempos...

"... haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, ingratos, desobedientes a pais e mães..."

Nos últimos dias da Igreja, o crente fiel deve estar disposto a enfrentar um volume esmagador de impiedade, e resistir a ela.

O apóstolo profetiza que satanás promoverá uma grande destruição na família: filhos serão "desobedientes a pais e mães" e os homens e mulheres não terão afeto natural. 
Homens passarão a amar idolatradamente, numa sede incessante por dinheiro e prazeres, satisfazendo a concupiscência da carne e a soberba da vida. Olhos altivos e coração endurecido. Lascívia.

No contexto familiar, exercer paternidade, maternidade, não é uma prioridade. Ao menos na forma tradicional de cuidado, de pessoalidade. A criação é confiada a outros. E o que dizer da internet? Desenhos satânicos bombardeando crianças, roubando a pureza tão apreciada por Deus em tenra idade.

Satanás tem um desafio, macular o espírito e a consciência dos pequenos o mais cedo possível. Estratégia? Sem dúvida. E os pais, distraídos, entregam seus filhos a toda sorte de perversidade. Desenhos, jogos eletrônicos, filmes e séries, músicas mundanas, infinitas opções.

Como Igreja temos de alertá-los, ensiná-los sobre as sagazes artimanhas do inferno. Ele quer destruir a família, descaracterizá-la, vesti-la com vestes de prostituta, alienada de Deus. Ele quer os nossos filhos.

Se os pais cristãos quiserem preservar suas famílias em tempos tão trabalhosos, devem hoje protegê-los contra as práticas infames da sociedade em que vivem, separá-los dos costumes sórdidos do mundo e evitar que os ímpios influenciem seus filhos.

Pais precisam aceitar o plano de Deus para a família, nos moldes estabelecidos em sua Palavra, que é o poder de Deus para todo aquele que crê. Crer em quê? Crer em Cristo Jesus, no que Ele é, no que ensina, na Sua Justiça (que fala de caminhos de retidão segundo a ótica divina).

Somos forasteiros numa terra estranha, feitos farol de Deus numa sociedade corrompida e perversa, como sal, fazemos a diferença, como luz do mundo somos usados por Deus para iluminar o caminho da Verdade para que outros também alcancem o Céu.

Família, o bem mais precioso confiado a nós!
.
Como Igreja, temos a obrigação de, com amor sincero e disposição inarredável, combater contra o mal; a começar dentro de nossas casas e na educação de nossos filhos, no trato com nosso cônjuge.

O diabo fará de tudo para impedir que conheçamos ao Senhor no Poder da Sua Palavra e que nossa casa se santifique nisso, porque ele sabe que a Palavra de Deus é Viva e Eficaz, é o Poder de Deus para todo aquele que crê; sabe, que a fé vem pelo ouvir, e o ouvir a Palavra, e que é ela que apaga todos os dardos inflamados do maligno.

Ele fica em pânico por considerar a possibilidade de crianças, jovens, adolescentes e adultos descobrirem o prazer real de estarem na presença do Senhor, que Sua doce presença é agradável, inconfundível, incomparável. Destituído de qualquer sorte, nada possui que possa competir com isso. Já está derrotado! Só não pode deixar que o homem saiba disso.

"Ensina a Criança o Caminho em que deve andar, e quando crescer,
não se desviará dele" (Prov. 22.6)


Santificai-vos! Sem Santidade, ninguém verá a Deus! 
Isso inclui nossos filhos!

segunda-feira, 21 de março de 2011

Deus lançaria um servo a quem ama no inferno?

O Juízo de Deus começa pela Sua Casa

Lendo um artigo interessante sobre a Salvação outorgada a nós pelo Senhor, fico pensativa quanto a alguns argumentos que gritam em nosso meio, em nossos púlpitos, em nossas reuniões de estudo e que geram no coração de muitos uma falsa segurança de salvação, baseada num amor e misericórdia divinos que jamais nos constrangeria ao inferno.

Creio plenamente que o Senhor é poderoso para aperfeiçoar esta obra até aquele grande dia. Sei que dependemos totalmente de Sua graça e amor, e que sua vontade não é a perdição eterna. Mas encontro em Jo 15.4, assim como em diversas outras passagens, que: Quando uma pessoa crê em Cristo e recebe o seu perdão, recebe a vida eterna e o poder de estar ou permanecer nEle.

Tendo esse poder, o crente precisa aceitar a responsabilidade quanto à salvação e permanecer em Cristo. Assim como a vara só tem vida enquanto a vida da videira flui na vara, o crente tem a vida de Cristo somente enquanto esta vida flui nele pela sua permanência em Cristo.
  
Este assunto é de vital importância, pois iludimos a nós mesmos se acreditamos que podemos viver uma vida de pecado e mundanismo, uma vida de egoísmos e insubordinação, regendo nossas vidas e abrindo nossos ouvidos apenas para o que é agradável a nós, conforme as concupiscências do nosso enganoso coração, e ainda assim, mantermos comunhão com Deus e termos a graça de poder encontrar com Ele sem ter do que nos envergonhar. Somos os mais indignos dos homens se agirmos com tanta indeferença à Santidade de Deus.

A alegoria da videira e das varas deixa plenamente claro que Cristo não admitia que "uma vez na videira, sempre na videira". Pelo contrário, Jesus nesta alegoria faz aos seus discípulos uma advertência séria, porém amorosa, mostrando que é possível um verdadeiro crente abandonar a fé, deixar Jesus, não permanecer mais nele e por fim ser lançado no fogo eterno do inferno (v.6).

Temos aqui o princípio fundamental que rege o relacionamento salvífico entre Cristo e o crente, a saber: que nunca é um relacionamento estático, baseado exclusivamente numa decisão ou experiência passada. Trata-se, pelo contrário, de um relacionamento progressivo, à medida que Cristo habita no crente e comunica-lhes sua vida divina (Cl 3.4; I Jo 5.11-13).

Aqui, Jesus nos ensinou três verdades de vital importância: a) A responsabilidade de permanecer em Cristo recai sobre o discípulo. É esta a nossa maneira de corresponder ao dom da vida e ao poder divinos concedidos na regeneração; b) Permanecer em Cristo resulta em Jesus continuar a habitar em nós pelo Espírito Santo que nos foi dado. Pois até o mesmo Espírito pode ser entristecido e extinguido de nós, como diz as Escrituras, "não extingais o Espírito" (I Ts 5.19). Se Ele pode ser extinguido, podemos perder esta abundante graça que nos conduz ao Céu. Jesus permanece em nós através da obra do Espírito Santo, se Este mesmo Espírito deixou de habitar em nós, logo, também não permanecemos nesta comunhão. Permanecer em Cristo resulta em Jesus continuar a Habitar em nós; frutificação do discípulo; sucesso na oração e plenitude da alegria. c) As consequências do crente deixar de permanecer em Cristo são a ausência de fruto (vv.2,6), a separação de Cristo e a perdição eterna, onde haverá choro e ranger de dentes.

Sede Santos como Eu sou Santo...
Sem Santidade ninguém verá a Deus!


Somente aqueles que perseverarem até o fim, aqueles que vencerem comerão da árvore da Vida, que está no meio do paraíso de Deus (Ap 2.7); só os que vencerem, não receberão o dano da segunda morte (Ap 2.11); só os que vencerem, comerão do maná escondido e receberão uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe (Ap 2.17); só os que vencerem e guardarem até ao fim as minhas obras Eu lhes darei poder sobre as nações (Ap 2.26); só o que vencerem serão vestidos de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei seu nome do livro da Vida (repare que ele pode ser riscado deste livro), e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos anjos (Ap 3.5); só os que vencerem serão colocados como coluna no Templo de Deus, e dele nunca sairá, e escreverei sobre ele o nome do meu Deus e o nome da Cidade do meu Deus...e também o meu novo Nome (Ap 3.12); só aos que vencerem, lhes concederei que se assentem comigo no meu trono, assim como eu venci e me assentei com meu Pai no seu trono (Ap3.21).

Muitos dos cristãos de hoje serão chamados perante à presença do Senhor e o ouvirão dizer: Apartai-vos de mim malditos, não vos conheço! E esta palavra não é para ímpios que nunca alcançaram a fé, mas para os crentes que um dia conheceram Sua graça, receberam a obra da regeneração, e que trabalharam na obra do Senhor! Aqui vemos que estes diziam para Deus o que fizeram, mas foram reprovados.

É possível ao homem regenerado cair desta graça se não mantiver um esforço sincero em permanecer na presença de Deus sujeitando-se  com humildade e inteireza de coração.

O Espírito Santo coopera conosco.
I Jo 5.13 diz: "Estas coisas vos escrevi, para que saibais que tende vida eterna e para que creiais no Nome do Filho de Deus" - Todo cristão deve ter a certeza da salvação, ou seja, a certeza de que , quando Cristo voltar ou a morte chegar, esse cristão irá estar com o Senhor no céu ( Fp 1.23, 2 Co 5.8). O propósito de João escrever esta primeira epístola é para que o povo de Deus tenha esta certeza (5.13). Porém, note que João em parte alguma da carta declara que uma experiência de conversão vivida apenas no passado proporciona certeza ou garantia da salvação hoje. Supor que possuímos a vida eterna, tendo por base única uma experência passada, ou uma fé morta, é um erro grave. Esta epístola expõe algumas maneiras de sabermos que estamos salvos como crentes em Jesus.

Temos certeza da salvação quando cremos no Nome do Filho de Deus; quando cremos em Cristo como Senhor da nossa vida e procuramos sinceramente guardar os seus mandamentos; quando não amamos ao mundo; quando habitual e continuamente praticamos a justiça, e não o pecado, pois quem vive na pratica do pecado é do diabo; quando amamos os irmãos; quando temos consciência da habitação do Espírito Santo em nós; quando aceitamos e permanecemos na Palavra da Vida e quando temos um intenso anelo e uma inabalável esperança pela volta de Jesus.

Hb 4.11,12 e 13 diz: "Procuremos, pois, entrar naquele repouso, para que ninguém caia no mesmo exemplo de desobediência. Porque a Palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta pra discernir os pensamentos e intenções do coração. E não há criatura alguma encoberta diante dele; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar".

À luz da benção gloriosa do estado eterno e da terrível sorte dos que não entrarão ali, o crente deve esforçar-se diligentemente para alcançar o lar celestial do povo de Deus. Isso requer nosso esforço em direção ao alvo celestial (Fp 3.13,14), apego à Palavra (v.12) e dedicação à oração (v.16).
A Palavra de Deus mostra quem vai entrar no repouso de Deus. Ela é uma espada cortante que penetra no mais íntimo do nosso ser para discernir se nossos pensamentos e motivos são espirituais ou não (vv.12,13). Tem dois gumes e corta, ou para nos salvar ou para nos condenar à morte eterna (Jo 6.63; 12.48). Por isso, nossa atitude para com a Palavra de Deus deve ser achegar-se a Jesus como nosso sacerdote, pois ele também se compadece das nossas fraquezas e nos ajuda, mas precisamos nos achegar a Ele.

Não quero dizer aqui que todas essas coisas vem da nossa capacidade humana de servir ao Senhor, pois nosso braço jamais conseguiria tal coisa, mas quando humildes e quebrantados diante do Senhor, como aquele pecador arrependido que subiu ao monte para orar e nem sequer ousava olhar para o céu quando clamava:  "Senhor tem misericórdia de mim, que sou um homem pecador!". Este voltou justificado. E quanto mais indigno da graça ele se julgava, mais cheio desta graça ele se tornava. A salvação é pela fé, é dom de Deus, e dependemos totalmente Dele para isso, porém, o Espírito Santo que habita no crente, transformando-o numa "nova criatura", com uma consciência e caráter diferentes, aperfeiçoará esta obra até àquele grande dia, naqueles que humildemente perseverarem em buscar , obedecer e viver na presença e na Santidade de Deus. O Espírito Santo coopera conosco nisso, em nos levar ao quebrantamento e ao serviço sinceros, sem manchas, que agrade à Deus.
Jesus disse que "Nem todos os que me dizem: Senhor! Senhor! Entrarão no Reino dos Céus.

Quanto ao amor de Deus que não lançaria seus amados no inferno, Deus ama a todos e não faz acepção de pessoas. Ele também não se  agrada da morte do ímpio, não tem prazer nisso! Apocalipse nos adverte que muitos que o conheceram serão lançados lá, e terão seus nomes riscados do livro da vida. Isto é fato! É realidade!

A Bíblia diz que: aqueles tesouros e segredos que olhos nunca viram, ouvidos nunca ouviram, e nunca chegou ao coração de homem algum, é o que Deus tem preparado para aqueles que o amam. Jesus também disse que aqueles que o amam fazem a vontade do Pai.

Fazemos as coisas que Deus odeia, entristecemos o Seu Espírito, nos entregamos à sensualidade, a prostituição e a mentira, conseguimos até extingui-lo, e ainda assim estamos salvos?
Não haveria um engano aí?

O juízo de Deus começa pela Sua Casa!

domingo, 20 de março de 2011

Salvos uma vez, salvos para sempre? Seria esta a mensagem que Jesus nos ensinou?



Quando uma pessoa crê em Cristo e recebe o seu perdão, recebe a vida eterna e o poder de estar ou permanecer nEle. Tendo esse poder, o crente precisa aceitar a responsabilidade quanto à salvação e permanecer em Cristo. Assim como a vara só tem vida enquanto a vida da videira flui na vara, o crente tem a vida de Cristo somente enquanto esta vida flui nele pela sua permanência em Cristo. 
A palavra grega aqui utilizada é "meno", que significa continuar, permanecer, ficar, habitar. As condições mediante as quais permanecemos em Cristo são:
  • 1) Conservar a Palavra de Deus continuamente em nosso coração e mente, tendo-a como guia de nossas ações (v.7);
  • 2) Cultivar o hábito de comunhão constante e profunda com Cristo, a fim de obtermos dele força e graça (v.7);
  • 3) Obedecer aos seus mandamentos e permanecer no seu amor (v.10) e amar uns aos outros (vv.12,17);
  • 4) Conservar nossa vida limpa, mediante a Palavra, resistindo a todo o pecado, ao mesmo tempo que nos submetemos à orientação do Espírito Santo.

Este assunto é de vital importância, pois iludimos a nós mesmos se acreditamos que podemos viver uma vida de pecado e mundanismo, uma vida de egoísmos e insubordinação, regendo nossas vidas e abrindo nossos ouvidos apenas para o que é agradável a nós, conforme as concupiscências do nosso enganoso coração, e ainda assim, mantermos comunhão com Deus e termos a graça de poder encontrar com Ele sem ter do que nos envergonhar. Somos os mais indignos dos homens se agirmos com tanta indeferença à santidade de Deus.
A alegoria da videira e das varas deixa plenamente claro que Cristo não admitia que "uma vez na videira, sempre na videira". Pelo contrário, Jesus nesta alegoria faz aos seus discípulos uma advertência séria, porém amorosa, mostrando que é possível um verdadeiro crente abandonar a fé, deixar Jesus, não permanecer mais nele e por fim ser lançado no fogo eterno do inferno (v.6).
Temos aqui o princípio fundamental que rege o relacionamento salvífico entre Cristo e o crente, a saber: que nunca é um relacionamento estático, baseado exclusivamente numa decisão ou experiência passada. Trata-se, pelo contrário, de um relacionamento progressivo, à medida que Cristo habita no crente e comunica-lhes sua vida divina (Cl 3.4; I Jo 5.11-13).
Aqui, Jesus nos ensinou três verdades de vital importância: a) A responsabilidade de permanecer em Cristo recai sobre o discípulo. É esta a nossa maneira de corresponder ao dom da vida e ao poder divinos concedidos na regeneração; b) Permanecer em Cristo resulta em Jesus continuar a habitar em nós pelo Espírito Santo que nos foi dado. Pois até o mesmo Espírito pode ser entristecido e extinguido de nós, como diz as Escrituras, "não extingais o Espírito" (I Ts 5.19). Se Ele pode ser extinguido, podemos perder esta abundante graça que nos conduz ao Céu. Jesus permanece em nós através da obra do Espírito Santo, se Este mesmo Espírito deixou de habitar em nós, logo, também não permanecemos nesta comunhão. Permanecer em Cristo resulta em Jesus continuar a Habitar em nós; frutificação do discípulo; sucesso na oração e plenitude da alegria. c) As consequências do crente deixar de permanecer em Cristo são a ausência de fruto (vv.2,6), a separação de Cristo e a perdição eterna, onde haverá choro e ranger de dentes.

Sede Santos como Eu sou Santo...

terça-feira, 1 de março de 2011

Último Grau da Depravação - deleitar-se com a concupiscência e a iniquidade dos outros.

Não praticar o pecado mas consentir, traz a mesma condenação?

 Romanos 1.32 diz: "os quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem".



          A última palavra de Paulo sobre a pecaminosidade humana tem haver com a condenação, por Deus, de uma condição do ser humano merecedora de maior juízo do que a própria prática do pecado, isto é, apoiar, aprovar e incentivar o mal, sentindo prazer nas práticas imorais dos outros. Esse é o derradeiro grau da depravação - deleitar-se com a concupiscência e a iniquidade dos outros. E o pecado como forma de entretenimento.
          A Palavra consentem (gr. suneudokeo), significa concordar, consentir ou solidarizar-se, indicando o prazer imodesto nos pecados dos outros, ora prevalecente na sociedade humana. Em nossos dias, sabemos quão grandes danos são produzidos pelas cenas imorais que dominam a mídia do entretenimento; mesmo assim, muitos que se dizem cristãos, consentem nisso, sentindo prazer. Quem se diverte, olhando outras pessoas pecarem e cometerem atos malignos, mesmo sem os praticar pessoalmente, receberá a mesma condenação divina que aqueles que a cometem.
          Logo, aqueles que (especialmente os que professam a fé em Cristo) que se divertem com as práticas imorais dos outros, mesmo sem cometê-las, contribuem diretamente para predispor a opinião pública à imoralidade e, portanto, à corrupção e, por fim, à condenação eterna de um número infinito de pessoas. Esse pecado é digno de morte (v. 32) e será desmacarado e condenado no dia do Juízo (2 Ts 2.12).
          No capítulo 1 de Romanos, Paulo mostrou que os gentios entregaram-se à prática do pecado. Agora, no capítulo 2, ele demonstra que os judeus praticam as mesmas coisas e, igualmente, precisam da salvação em Cristo. Como disse Jesus: "Hipócritas, que coais um mosquito e engolis um camelo... como escapareis da condenação do inferno?"
          Uma pessoa, antes de procurar melhorar os outros, deve melhorar a si mesma, abandonando os seus próprios pecados. Igrejas que se esforçam em levar à sociedade ímpia a observar os padrões bíblicos, enquanto elas, por sua cegueira espiritual, não veem o mundanismo e a imoralidade entre os seus próprios membros, deve submeter-se a sondagem divina e mudar o que for preciso, segundo a vontade de Deus. 
Deus não é menino, e conhece a sinceridade dos nossos corações.


          Quando aceitamos a Cristo, a primeira obra do Espírito em nós é a regeneração. Ela acontece na momento em que nos entregamos ao Senhor, e o aceitamos como nosso único e suficiente salvador. Nosso nome é automaticamente escrito no Livro da Vida. Alcançamos a salvação naquele momento. A boca confessou e no coração se creu na vida e ressurreição de Cristo.
          O ladrão na cruz confessou a Jesus como seu Senhor, e foi salvo. Ele disse: "Senhor, lembra-te de mim quando entrares no teu reino". Aqui, o ladrão reconheceu que Jesus era o Senhor e que poderia salvá-lo, assim como tinha um reino que ele gostaria de conhecer e entrar. Reino este, que somente Jesus poderia fazê-lo conhecer.
          E entrou, pois Jesus lhe disse: "Ainda hoje, estarás comigo no paraíso".
          Jesus o salvou!!!!!!!!!!! E na hora da morte!
          Mas para os que ainda ficaram, há uma caminhada.
          A segunda obra do Espírito na vida do cristão, após a regeneração, é a santificação. Esta é diária, e precisamos cooperar com o Espírito em obediência e renúncia, até o dia em que também seremos chamados por Ele para morarmos no Céu com Jesus para sempre.
          I Cor 3.1, mostra que um dos problemas da igreja de Corinto era sua tentativa de desfrutar das bençãos de Deus e ao mesmo tempo recusar separar-se do mundo.
          Dirigentes, ministros de Deus responsáveis por servir ao povo do Senhor com Sua Palavra, ensinando-os a verdade, deixavam os novos crentes permanecer nas congregações sem abandonarem muitas de suas práticas pecaminosas.
          Jesus adverte que qualquer igreja que tolera dentro de sua comunhão as práticas iníquas deste mundo ou distorção da verdade bíblica, será rejeitada por Ele e perderá seu lugar no reino de Deus. À tal igreja, o Espírito Santo chama ao arrependimento sincero, à separação do mundo e a "aperfeiçoar a santificação no temor de Deus" (2 Co 7.1).


          Isto não quer dizer, em absoluto, que devemos excluir, colocar pra fora, não considerar, aquele que pecou ou está na pratica do pecado conhecido. A estes devemos amar, procurar ganhar como a irmãos em Cristo, pois se trouxermos este que estava perdido e foi achado, cobrimos uma multidão de pecados. E aquele que está em pé, cuide que não caia.
          Vigiai e orai, para não cairdes em tentação, pois o vosso adversário anda em derredor, bramindo como um leão, procurando uma oportunidade para vos tragar. Viver em pecado e sem temor, é brincar com Deus! E este caminho leva-nos a morte. É como brincar na espuma da cachoeira, desatentos ao fato de que ali há um limo, e que pode ser tarde demais.


...e o povo não se corrompa, santidade ao Senhor!!!!!!!!!!
Sem santidade ninguém verá a Deus!