"Porque o mesmo Senhor descerá do Céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a Trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor" (I Ts 4.16,17)
O Senhor dos Exércitos está conosco.
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Ele está aqui!
quinta-feira, 24 de março de 2011
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Visão Missionária
segunda-feira, 21 de março de 2011
Sobre o Cinturão de Fogo, um povo sofrido, forte, capaz de recomeçar, mas carente da Graça do Pai!
Japão, Terra que arde no Coração de Deus!
Todos sabemos o que aconteceu com o povo japonês a alguns dias. Eis aqui um vídeo com algumas fotos dessa tragédia:
Sabemos que a vinda de Jesus está próxima!
Vamos orar por nossos irmãos e por este povo, que apesar de forte e corajoso, sofre com esta catástrofe.
Vamos orar por uma maior abertura da Palavra de Deus neste país, por vocacionados que se entreguem de coração a este serviço, por obreiros fiéis na seara, por portas abertas nesta Terra de Fogo que o Espírito Santo bem conhece e ama também. Vamos orar por intercessores sinceros, que movam o trono de Deus com seu clamor, por jovens, que certos de que são como flechas nas mãos do Valente, não terão medo em seguir avante e confiante, sabendo de quem ouviram as promessas. Vamos orar por líderes de visão que entendam isso, e consigam ver além do que os olhos possam ver. Vamos orar por melhores governos, para que o Evangelho encontre fronteiras mais abertas para si. Oremos por um povo de coração voluntário que se comprometa com a obra missionária mais do que com seus próprios deleites.
Vale à pena relembrar um vídeo de missões produzido pela Junta de Missões Mundiais, na Campanha de 2008, sobre o Japão... Este povo mora no coração de Deus!
Segue mais algumas cenas deste dia terrível:
Este mostra o momento em que uma onda gigante invade o litoral, as casas parecem de brinquedo, os navios também, um trem é arrastado, e um carro para sobre o telhado de uma casa, veja:
Aqui, o aeroporto fica indefeso:
Nosso país nunca registrou estes fenômenos, mas não estamos totalmente livres deles.
Jesus está voltando, e sabendo que tudo isso é apenas o princípio de dores.
Soube de alguns missionários que estavam lá com suas familias: eles sobreviveram, nada sofreram.
Veja isso: Os prédios parecem de brinquedo!
"Grande é o Senhor, e mui digno de louvor e mais tremendo que todos os deuses"
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Igreja Perseguida Missão Portas Abertas
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Os 10 mais de Classificação de países por perseguição
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Janela 10/40
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Deus lançaria um servo a quem ama no inferno?
O Juízo de Deus começa pela Sua Casa
Lendo um artigo interessante sobre a Salvação outorgada a nós pelo Senhor, fico pensativa quanto a alguns argumentos que gritam em nosso meio, em nossos púlpitos, em nossas reuniões de estudo e que geram no coração de muitos uma falsa segurança de salvação, baseada num amor e misericórdia divinos que jamais nos constrangeria ao inferno.
Creio plenamente que o Senhor é poderoso para aperfeiçoar esta obra até aquele grande dia. Sei que dependemos totalmente de Sua graça e amor, e que sua vontade não é a perdição eterna. Mas encontro em Jo 15.4, assim como em diversas outras passagens, que: Quando uma pessoa crê em Cristo e recebe o seu perdão, recebe a vida eterna e o poder de estar ou permanecer nEle.
Tendo esse poder, o crente precisa aceitar a responsabilidade quanto à salvação e permanecer em Cristo. Assim como a vara só tem vida enquanto a vida da videira flui na vara, o crente tem a vida de Cristo somente enquanto esta vida flui nele pela sua permanência em Cristo.
Este assunto é de vital importância, pois iludimos a nós mesmos se acreditamos que podemos viver uma vida de pecado e mundanismo, uma vida de egoísmos e insubordinação, regendo nossas vidas e abrindo nossos ouvidos apenas para o que é agradável a nós, conforme as concupiscências do nosso enganoso coração, e ainda assim, mantermos comunhão com Deus e termos a graça de poder encontrar com Ele sem ter do que nos envergonhar. Somos os mais indignos dos homens se agirmos com tanta indeferença à Santidade de Deus.
A alegoria da videira e das varas deixa plenamente claro que Cristo não admitia que "uma vez na videira, sempre na videira". Pelo contrário, Jesus nesta alegoria faz aos seus discípulos uma advertência séria, porém amorosa, mostrando que é possível um verdadeiro crente abandonar a fé, deixar Jesus, não permanecer mais nele e por fim ser lançado no fogo eterno do inferno (v.6).
Temos aqui o princípio fundamental que rege o relacionamento salvífico entre Cristo e o crente, a saber: que nunca é um relacionamento estático, baseado exclusivamente numa decisão ou experiência passada. Trata-se, pelo contrário, de um relacionamento progressivo, à medida que Cristo habita no crente e comunica-lhes sua vida divina (Cl 3.4; I Jo 5.11-13).
Aqui, Jesus nos ensinou três verdades de vital importância: a) A responsabilidade de permanecer em Cristo recai sobre o discípulo. É esta a nossa maneira de corresponder ao dom da vida e ao poder divinos concedidos na regeneração; b) Permanecer em Cristo resulta em Jesus continuar a habitar em nós pelo Espírito Santo que nos foi dado. Pois até o mesmo Espírito pode ser entristecido e extinguido de nós, como diz as Escrituras, "não extingais o Espírito" (I Ts 5.19). Se Ele pode ser extinguido, podemos perder esta abundante graça que nos conduz ao Céu. Jesus permanece em nós através da obra do Espírito Santo, se Este mesmo Espírito deixou de habitar em nós, logo, também não permanecemos nesta comunhão. Permanecer em Cristo resulta em Jesus continuar a Habitar em nós; frutificação do discípulo; sucesso na oração e plenitude da alegria. c) As consequências do crente deixar de permanecer em Cristo são a ausência de fruto (vv.2,6), a separação de Cristo e a perdição eterna, onde haverá choro e ranger de dentes.
Sede Santos como Eu sou Santo...
Sem Santidade ninguém verá a Deus!
Somente aqueles que perseverarem até o fim, aqueles que vencerem comerão da árvore da Vida, que está no meio do paraíso de Deus (Ap 2.7); só os que vencerem, não receberão o dano da segunda morte (Ap 2.11); só os que vencerem, comerão do maná escondido e receberão uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe (Ap 2.17); só os que vencerem e guardarem até ao fim as minhas obras Eu lhes darei poder sobre as nações (Ap 2.26); só o que vencerem serão vestidos de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei seu nome do livro da Vida (repare que ele pode ser riscado deste livro), e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos anjos (Ap 3.5); só os que vencerem serão colocados como coluna no Templo de Deus, e dele nunca sairá, e escreverei sobre ele o nome do meu Deus e o nome da Cidade do meu Deus...e também o meu novo Nome (Ap 3.12); só aos que vencerem, lhes concederei que se assentem comigo no meu trono, assim como eu venci e me assentei com meu Pai no seu trono (Ap3.21).
Muitos dos cristãos de hoje serão chamados perante à presença do Senhor e o ouvirão dizer: Apartai-vos de mim malditos, não vos conheço! E esta palavra não é para ímpios que nunca alcançaram a fé, mas para os crentes que um dia conheceram Sua graça, receberam a obra da regeneração, e que trabalharam na obra do Senhor! Aqui vemos que estes diziam para Deus o que fizeram, mas foram reprovados.
É possível ao homem regenerado cair desta graça se não mantiver um esforço sincero em permanecer na presença de Deus sujeitando-se com humildade e inteireza de coração.
O Espírito Santo coopera conosco.
I Jo 5.13 diz: "Estas coisas vos escrevi, para que saibais que tende vida eterna e para que creiais no Nome do Filho de Deus" - Todo cristão deve ter a certeza da salvação, ou seja, a certeza de que , quando Cristo voltar ou a morte chegar, esse cristão irá estar com o Senhor no céu ( Fp 1.23, 2 Co 5.8). O propósito de João escrever esta primeira epístola é para que o povo de Deus tenha esta certeza (5.13). Porém, note que João em parte alguma da carta declara que uma experiência de conversão vivida apenas no passado proporciona certeza ou garantia da salvação hoje. Supor que possuímos a vida eterna, tendo por base única uma experência passada, ou uma fé morta, é um erro grave. Esta epístola expõe algumas maneiras de sabermos que estamos salvos como crentes em Jesus.
Temos certeza da salvação quando cremos no Nome do Filho de Deus; quando cremos em Cristo como Senhor da nossa vida e procuramos sinceramente guardar os seus mandamentos; quando não amamos ao mundo; quando habitual e continuamente praticamos a justiça, e não o pecado, pois quem vive na pratica do pecado é do diabo; quando amamos os irmãos; quando temos consciência da habitação do Espírito Santo em nós; quando aceitamos e permanecemos na Palavra da Vida e quando temos um intenso anelo e uma inabalável esperança pela volta de Jesus.
Hb 4.11,12 e 13 diz: "Procuremos, pois, entrar naquele repouso, para que ninguém caia no mesmo exemplo de desobediência. Porque a Palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta pra discernir os pensamentos e intenções do coração. E não há criatura alguma encoberta diante dele; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar".
À luz da benção gloriosa do estado eterno e da terrível sorte dos que não entrarão ali, o crente deve esforçar-se diligentemente para alcançar o lar celestial do povo de Deus. Isso requer nosso esforço em direção ao alvo celestial (Fp 3.13,14), apego à Palavra (v.12) e dedicação à oração (v.16).
A Palavra de Deus mostra quem vai entrar no repouso de Deus. Ela é uma espada cortante que penetra no mais íntimo do nosso ser para discernir se nossos pensamentos e motivos são espirituais ou não (vv.12,13). Tem dois gumes e corta, ou para nos salvar ou para nos condenar à morte eterna (Jo 6.63; 12.48). Por isso, nossa atitude para com a Palavra de Deus deve ser achegar-se a Jesus como nosso sacerdote, pois ele também se compadece das nossas fraquezas e nos ajuda, mas precisamos nos achegar a Ele.
Não quero dizer aqui que todas essas coisas vem da nossa capacidade humana de servir ao Senhor, pois nosso braço jamais conseguiria tal coisa, mas quando humildes e quebrantados diante do Senhor, como aquele pecador arrependido que subiu ao monte para orar e nem sequer ousava olhar para o céu quando clamava: "Senhor tem misericórdia de mim, que sou um homem pecador!". Este voltou justificado. E quanto mais indigno da graça ele se julgava, mais cheio desta graça ele se tornava. A salvação é pela fé, é dom de Deus, e dependemos totalmente Dele para isso, porém, o Espírito Santo que habita no crente, transformando-o numa "nova criatura", com uma consciência e caráter diferentes, aperfeiçoará esta obra até àquele grande dia, naqueles que humildemente perseverarem em buscar , obedecer e viver na presença e na Santidade de Deus. O Espírito Santo coopera conosco nisso, em nos levar ao quebrantamento e ao serviço sinceros, sem manchas, que agrade à Deus.
Jesus disse que "Nem todos os que me dizem: Senhor! Senhor! Entrarão no Reino dos Céus.
Quanto ao amor de Deus que não lançaria seus amados no inferno, Deus ama a todos e não faz acepção de pessoas. Ele também não se agrada da morte do ímpio, não tem prazer nisso! Apocalipse nos adverte que muitos que o conheceram serão lançados lá, e terão seus nomes riscados do livro da vida. Isto é fato! É realidade!
A Bíblia diz que: aqueles tesouros e segredos que olhos nunca viram, ouvidos nunca ouviram, e nunca chegou ao coração de homem algum, é o que Deus tem preparado para aqueles que o amam. Jesus também disse que aqueles que o amam fazem a vontade do Pai.
Fazemos as coisas que Deus odeia, entristecemos o Seu Espírito, nos entregamos à sensualidade, a prostituição e a mentira, conseguimos até extingui-lo, e ainda assim estamos salvos?
Não haveria um engano aí?
O juízo de Deus começa pela Sua Casa!
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domingo, 20 de março de 2011
Salvos uma vez, salvos para sempre? Seria esta a mensagem que Jesus nos ensinou?
Estai em Mim (Jo 15.4)
Quando uma pessoa crê em Cristo e recebe o seu perdão, recebe a vida eterna e o poder de estar ou permanecer nEle. Tendo esse poder, o crente precisa aceitar a responsabilidade quanto à salvação e permanecer em Cristo. Assim como a vara só tem vida enquanto a vida da videira flui na vara, o crente tem a vida de Cristo somente enquanto esta vida flui nele pela sua permanência em Cristo.
A palavra grega aqui utilizada é "meno", que significa continuar, permanecer, ficar, habitar. As condições mediante as quais permanecemos em Cristo são:
- 1) Conservar a Palavra de Deus continuamente em nosso coração e mente, tendo-a como guia de nossas ações (v.7);
- 2) Cultivar o hábito de comunhão constante e profunda com Cristo, a fim de obtermos dele força e graça (v.7);
- 3) Obedecer aos seus mandamentos e permanecer no seu amor (v.10) e amar uns aos outros (vv.12,17);
- 4) Conservar nossa vida limpa, mediante a Palavra, resistindo a todo o pecado, ao mesmo tempo que nos submetemos à orientação do Espírito Santo.
Este assunto é de vital importância, pois iludimos a nós mesmos se acreditamos que podemos viver uma vida de pecado e mundanismo, uma vida de egoísmos e insubordinação,
regendo nossas vidas e abrindo nossos ouvidos apenas para o que é agradável a nós, conforme as concupiscências do nosso enganoso coração, e ainda assim, mantermos comunhão com Deus e termos a graça de poder encontrar com Ele sem ter do que nos envergonhar. Somos os mais indignos dos homens se agirmos com tanta indeferença à santidade de Deus.
A alegoria da videira e das varas deixa plenamente claro que Cristo não admitia que "uma vez na videira, sempre na videira". Pelo contrário, Jesus nesta alegoria faz aos seus discípulos uma advertência séria, porém amorosa, mostrando que é possível um verdadeiro crente abandonar a fé, deixar Jesus, não permanecer mais nele e por fim ser lançado no fogo eterno do inferno (v.6).
Temos aqui o princípio fundamental que rege o relacionamento salvífico entre Cristo e o crente, a saber: que nunca é um relacionamento estático, baseado exclusivamente numa decisão ou experiência passada. Trata-se, pelo contrário, de um relacionamento progressivo, à medida que Cristo habita no crente e comunica-lhes sua vida divina (Cl 3.4; I Jo 5.11-13).
Aqui, Jesus nos ensinou três verdades de vital importância: a) A responsabilidade de permanecer em Cristo recai sobre o discípulo. É esta a nossa maneira de corresponder ao dom da vida e ao poder divinos concedidos na regeneração; b) Permanecer em Cristo resulta em Jesus continuar a habitar em nós pelo Espírito Santo que nos foi dado. Pois até o mesmo Espírito pode ser entristecido e extinguido de nós, como diz as Escrituras, "não extingais o Espírito" (I Ts 5.19). Se Ele pode ser extinguido, podemos perder esta abundante graça que nos conduz ao Céu. Jesus permanece em nós através da obra do Espírito Santo, se Este mesmo Espírito deixou de habitar em nós, logo, também não permanecemos nesta comunhão. Permanecer em Cristo resulta em Jesus continuar a Habitar em nós; frutificação do discípulo; sucesso na oração e plenitude da alegria. c) As consequências do crente deixar de permanecer em Cristo são a ausência de fruto (vv.2,6), a separação de Cristo e a perdição eterna, onde haverá choro e ranger de dentes.
Sede Santos como Eu sou Santo...
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Léa Mendonça - Eu e Minha Casa
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Louvores de Adoração
sábado, 19 de março de 2011
Satanás Considera o Servo que Deus Usa
Do Livro de Charles Spurgeon - "Satanás Considera o Servo que Deus Usa".
(para nossa meditação - páginas 20,21,22 e 23)
A consideração que satanás faz sobre os santos de Deus é em relação a esta sua sabedoria: ele os observa maravilhado quando considera a diferença entre si mesmo e os santos. Um traidor, quando conhece a completa vileza e a escuridão de seu próprio coração, não pode deixar de ser impressionado quando é forçado a crer que outro homem possa ser fiel. O primeiro recurso de um coração traidor é crer que todos os homens são tão traidores quanto ele e que realmente o são, mesmo que não aparentem. O traidor pensa que todos os homens são traidores como ele, ou seriam, se o pagamento for melhor do que a fidelidade.
Quando satanás olha para o cristão e o encontra fiel à Deus, e à Sua verdade, talvez despreze esse cristão, mas ainda assim se maravilhando com ele e desejando saber como ele age dessa maneira.
"Eu", ele parece dizer, "um príncipe, um nobre do parlamento de Deus, não submeteria minha vontade a Jeovah. Penso que é muito melhor reinar no inferno do que servir nos céus. Não mantive meu primeiro estado, mas caí do meu trono; como pode ser que esses permaneçam? Que graça é essa que os mantém? Eu era um vaso de ouro e, apesar disso, fui quebrado; eles são vasos de barro, mas eu não posso quebrá-los! Eu não poderia permanecer na minha glória; qual pode ser a graça inigualável que os sustenta em sua pobreza, em sua obscuridade, em sua perseguição, ainda fiéis ao Deus que não os abençoa nem os exalta como Ele fez comigo?"
Pode ser também que ele se admire com a felicidade dos santos. Ele sente dentro de si um tempestuoso mar de miséria. Há um abismo incomensurável de angústia dentro de sua alma, e quando ele olha para os crentes , ele os vê quietos na alma, cheios de paz e felicidade, e frequentemente sem meios externos pelos quais poderiam ser confortados e, ainda assim, regozijando-se e cheios de glória. Satanás anda para cima e para baixo por todo o mundo e possui grande poder, e há muitos cruéis mercenários para servi-lo, mas não tem a felicidade de espírito que possui aquele lavrador humilde, obscuro, desconhecido, sem servos para servi-lo, mas estirado de fraqueza sobre uma cama.
Ele admira e odeia a paz que reina na alma do crente.
(para nossa meditação - páginas 20,21,22 e 23)
A consideração que satanás faz sobre os santos de Deus é em relação a esta sua sabedoria: ele os observa maravilhado quando considera a diferença entre si mesmo e os santos. Um traidor, quando conhece a completa vileza e a escuridão de seu próprio coração, não pode deixar de ser impressionado quando é forçado a crer que outro homem possa ser fiel. O primeiro recurso de um coração traidor é crer que todos os homens são tão traidores quanto ele e que realmente o são, mesmo que não aparentem. O traidor pensa que todos os homens são traidores como ele, ou seriam, se o pagamento for melhor do que a fidelidade.
Quando satanás olha para o cristão e o encontra fiel à Deus, e à Sua verdade, talvez despreze esse cristão, mas ainda assim se maravilhando com ele e desejando saber como ele age dessa maneira.
"Eu", ele parece dizer, "um príncipe, um nobre do parlamento de Deus, não submeteria minha vontade a Jeovah. Penso que é muito melhor reinar no inferno do que servir nos céus. Não mantive meu primeiro estado, mas caí do meu trono; como pode ser que esses permaneçam? Que graça é essa que os mantém? Eu era um vaso de ouro e, apesar disso, fui quebrado; eles são vasos de barro, mas eu não posso quebrá-los! Eu não poderia permanecer na minha glória; qual pode ser a graça inigualável que os sustenta em sua pobreza, em sua obscuridade, em sua perseguição, ainda fiéis ao Deus que não os abençoa nem os exalta como Ele fez comigo?"
Pode ser também que ele se admire com a felicidade dos santos. Ele sente dentro de si um tempestuoso mar de miséria. Há um abismo incomensurável de angústia dentro de sua alma, e quando ele olha para os crentes , ele os vê quietos na alma, cheios de paz e felicidade, e frequentemente sem meios externos pelos quais poderiam ser confortados e, ainda assim, regozijando-se e cheios de glória. Satanás anda para cima e para baixo por todo o mundo e possui grande poder, e há muitos cruéis mercenários para servi-lo, mas não tem a felicidade de espírito que possui aquele lavrador humilde, obscuro, desconhecido, sem servos para servi-lo, mas estirado de fraqueza sobre uma cama.
Ele admira e odeia a paz que reina na alma do crente.
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sexta-feira, 11 de março de 2011
Diante do Trono - Canção do Apocalipse // CLIPE OFICIAL DT13 - Revelatio...
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